B. HÍBRIDA cv. BRS IPYPORÃ

B. HÍBRIDA cv. BRS IPYPORÃ

■ Híbrido de Brachiaria (Brachiaria ruziziensis e B. brizantha), de porte baixo, com elevado grau de resistência às cigarrinhas típicas das pastagens e a da cana-de-açúcar (Mahanarva);

■ Recomendada para solos de fertilidade mediana, com saturação por bases (V%) entre 35 e 40%;

■ Usar o pastejo rotacionado para a colheita mais eficiente e de forragem com o melhor valor nutritivo;

■ Intolerante a solos encharcados ou onde haja incidência da síndrome da morte do braquiarão;

■ Cultivar com elevada qualidade nutricional, o que contribui para reduzir a idade ao abate ao proporcionar um elevado ganho diário por animal;

■ Recomendada para bezerros desmamados e vacas no terço final da gestação ou em lactação, ou seja, animais de exigência nutricional mais elevada;

■ Ótima alternativa para a diversificação dos pastos nas regiões do Cerrado.

  • Nome comum: Ipyporã

    Origem: Brasil

    Ano de lançamento: 
    2017

Hábito de crescimento: Semi-prostrado

Altura da planta: Média de 60 cm

Intensidade de perfilhamento basal: Média

Arquitetura da folha: Ereta

Comprimento da lâmina foliar: Médio

Pilosidade da lâmina foliar: Alta/Muito alta

Quantidade de rácemos: Pouco (3)

Inserção da espigueta na ráquis: Unisseriada

  • Alta
  • Quantidade de sementes puras por grama: 100 a 125 sementes
  • Estabelecimento (tempo de formação): 40 a 90 dias
  • Profundidade de semeadura: 3 a 6 cm
  • Facilidade / rapidez de cobertura do solo: Alta
  • N° de plantas desejáveis/m² – 40 dias após a emergência: 20 a 40
  • Ciclo de florescimento: Tardio
  • Época de florescimento: Abril
  • Produtividade de matéria seca: 8 a 15 ton MS/ha/ano

Nível de exigência em fertilidade: Média

Saturação por Base (V%) – Camada 0 a 20 cm: 40% mínimo

Responsividade à adubação: Alta

Tolerância à acidez do solo: Média

Tolerância à seca: Média

Tolerância ao frio: Baixa

Tolerância ao encharcamento / solos com mal drenagem: Muito baixa

Precipitação anual: > 800 mm

Altitude: Até 2.000 m

Resistência às Cigarrinhas típicas das pastagens: Muito alta

  • Estação chuvosa – 10 a 11%
  • Estação seca – 9 a 10%
  • Estação chuvosa – 60 a 70%
  • Estação seca – 59 a 62%

Ganho de peso (g/animal/dia):

  • Águas: 630 a 730
  • Seca: 320 a 360


Taxa de lotação (UA/ha):

  • Águas: 2,2
  • Seca: 1


Produtividade animal anual (kg peso vivo/ha/ano):
 700

Primeiro pastejo (dias): 40 a 90 dias

Manejo de pastejo – Sistema contínuo: 25 a 30 cm

Manejo de pastejo – Sistema rotacionado: 

  • Entrada: 30 cm
  • Saída: 20 cm

 

UTILIZAÇÃO:

  • Pastoreio
  • Ensilagem
  • Fenação

 

INDICAÇÃO:

  • Gado de corte
  • Gado de leite
  • Elevada resistência às cigarrinhas típicas das pastagens (Deois flavopicta e Notozulia entreriana) e especialmente à da cana-de-açucar (gênero Mahanarva);
  • Melhor valor nutritivo em relação a B. brizantha cv. Marandu;
  • Maior ganho de peso individual comparado a B. brizantha cv. Marandu.

Caracteristicas

Resistencia
Seca 63%
Resistência
Encharcamento 25%
Resistência
Frio 60%
Resistência
Cigarrinha 100%
10
Matéria seca toneldaa/hectares/ano
1
Altura pra primeiro corte
0
Tempo de formação
0
Dias pra germinação

Raças indicadas

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