Brachiaria brizantha cv MG4

Referência: Bovinos:
Descritivo Técnico: Nome científico: Brachiaria brizantha (Hochst.) Stapf. 
Cultivar: MG-5 Vitória (CIAT 26110 – BRA 004308), registrada em 22/03/2000 
Fertilidade do solo: Média e alta 
Forma de crescimento: Touceira decumbente 
Altura: 1,0 a 1,6m 
Utilização: Pastejo direto, silagem e fenação 
Digestibilidade: Excelente 
Palatabilidade: Boa 
Precipitação pluviométrica: De 800 mm a 3.000mm anuais 
Tolerância à seca: Boa 
Tolerância ao frio: Média 
Teor de proteína: 8 a 13% na MS 
Profundidade de plantio: 1 a 2 cm 
Ciclo vegetativo: Perene 
Produção de forragens: 10 a 18 t/ha/ano de matéria seca 
Cigarrinha das pastagens: Média resistência 
Consorciação: Arachis pintoi, Soja perene, Puerária, Calopogônio e Java 
Fungos de solo: Boa resistência (fonte: CIAT – Dr. Pedro Argel) 
Sinonímia (Data de Registro): Toledo (02/06/00) e Xaraés (11/09/01) 

A MG-4 se adapta a regiões tropicais, desde o nível do mar até 1.800 m de altitude e regiões com precipitação anuais superior a 800 mm. Este cultivar apresentou bom comportamento em solos ácidos e de baixa fertilidade, de textura arenosa ou argilosa. Tolera seca prolongada, tem boa recuperação após a queimada e excelente capacidade de rebrota. Não tolera solos encharcados e “queima” com a geada, recuperando em seguida.
Em média, um grama de sementes contem cerca de 120 sementes puras e viáveis e a profundidade de plantio destas sementes é cerca de 1 a 2 cm. 

Pode-se utilizar para pastejo direto e fenação, recomendado para animais de cria, recria e engorda. O manejo da MG-4 em áreas de pastejo rotacionado, deverá ocorrer a cada 25 a 30 dias no máximo, durante a estação chuvosa e quente e de 45 a 50 dias no inverno (frio e seco), em ambos os casos de 1 a 5 dias de pastejo. Em patejo contínuo procurar manter a vegetação com porte mínimo de 15 a 20 cm.

Este cultivar foi analisado em diversas condições de pastoreio, em diferentes tipos de manejo e com diferentes categorias animais. Em animais de cria e recria, nas diferentes épocas do ano, não se observaram quaisquer sintomas de intoxicação, mesmo quando a pastagem foi utilizada por longos períodos com animais jovens e vacas em lactação/gestação.
Não foi observado também, qualquer tipo de sintomas referente a fotossensibilização, provocada pelo fungo Pithomyces chartarum.
Em condições de engorda, o desempenho da MG-4 foi considerado bastante adequado, proporcionando ganhos de peso e lotações satisfatórias comparáveis aos rendimentos da decumbens.

Cultivar liberado comercialmente em 1994 pela Matsuda e é utilizada em todo o Brasil e em diversos países latino americano. Este cultivar é o resultado de seleção realizada pela empresa, que tinha como objetivo, obter um cultivar de brizantha para solos ácidos, arenosos e de menor fertilidade.
Este acesso foi introduzido da Austrália em 1975 e foi estabelecido inicialmente na região de Presidente Prudente-SP em pequenas áreas de pastagens, onde se destacou por sua produtividade, resistência à seca e capacidade de rebrota após o pastejo. A partir de 1988 se iniciaram os trabalhos sistemáticos de pesquisa com este genótipo, visando a sua liberação comercial.

Gramínea de touceira vigorosa, com altura de 1,0 a 1,5m, apresenta rizomas horizontais curtos, duros e curvos, cobertos de escamas glabras de cor amarela ou arroxeada.
Produz grande quantidade de raízes profundas de cor branca amarelada e de consistência branda. Os talos são vigorosos, eretos ou semi-eretos, com escassa ramificação e de cor verde intenso. Os nós são proeminentes, glabros, de cor verde ou amarelo pálido e escasso enraizamento. As folhas são glabras, geralmente mais curtas que os entre-nós, de cor verde intenso e de coloração arroxeada no extremo inferior. A lígula apresenta uma borda ciliada de cor branca, de aproximadamente 2mm de comprimento.
As folhas são linear-lanceoladas, arredondadas na base e em forma de quilha, de 16 a 40 cm de comprimento e 10 a 20 mm de largura e de cor verde intenso a claro; são glabras, com margens denticuladas e de cor arroxeada e branca. As nervuras são numerosas e finas, sendo a central de cor clara. Os entrenós são aplanados, de cor verde intenso e arroxeado no extremo superior.
A inflorescência é uma panícula racemosa de 10 a 20 cm de longitude com 2 racemos unilaterais retos, em forma de espiga. Os racemos unilaterais são de 4 a 10 cm de comprimento. A raque é estriada de cor arroxeada e verde, com cílios laterais de 2 a 4 mm de comprimento. As espiguetas são oblongas ou oblongo-elípticas de aproximadamente 6 mm de comprimento e 2,0 a 2,5 mm de largura, com pilosidade branca no ápice: as pontas geralmente são de coloração arroxeada.
O cultivar MG-4 pode ser diferenciada facilmente da cultivar Marandu pela associação obrigatória das seguintes características:

– Ausência de pêlos na porção apical dos entrenós;
– Bainhas glabras com margem denticuladas de coloração arroxeada e verde
– Raque estriada de coloração arroxeada e verde.

A MG-4 se adapta a regiões tropicais, desde o nível do mar até 1.800 m de altitude e regiões com precipitação anuais superior a 800 mm. Este cultivar apresentou bom comportamento em solos ácidos e de baixa fertilidade, de textura arenosa ou argilosa. Tolera seca prolongada, tem boa recuperação após a queimada e excelente capacidade de rebrota. Não tolera solos encharcados e “queima” com a geada, recuperando em seguida.
Em média, um grama de sementes contem cerca de 120 sementes puras e viáveis e a profundidade de plantio destas sementes é cerca de 1 a 2 cm.

Pode-se utilizar para pastejo direto e fenação, recomendado para animais de cria, recria e engorda. O manejo da MG-4 em áreas de pastejo rotacionado, deverá ocorrer a cada 25 a 30 dias no máximo, durante a estação chuvosa e quente e de 45 a 50 dias no inverno (frio e seco), em ambos os casos de 1 a 5 dias de pastejo. Em patejo contínuo procurar manter a vegetação com porte mínimo de 15 a 20 cm.
Este cultivar foi analisado em diversas condições de pastoreio, em diferentes tipos de manejo e com diferentes categorias animais. Em animais de cria e recria, nas diferentes épocas do ano, não se observaram quaisquer sintomas de intoxicação, mesmo quando a pastagem foi utilizada por longos períodos com animais jovens e vacas em lactação/gestação.
Não foi observado também, qualquer tipo de sintomas referente a fotossensibilização, provocada pelo fungo Pithomyces chartarum.
Em condições de engorda, o desempenho da MG-4 foi considerado bastante adequado, proporcionando ganhos de peso e lotações satisfatórias comparáveis aos rendimentos da decumbens.

Detalhes Tecnicos

Resistencia
Seca 86%
Resistência
Encharcamento 36%
Resistência
Frio 49%
Resistência
Cigarrinha 51%
10
Matéria seca toneldaa/hectares/ano
1
Altura pra primeiro corte
0
Tempo de formação
0
Dias pra germinação
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